Potemius of Lisbon

Steven Avery

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The life and works of Potamius of Lisbon: a biographical and literary study with English translation and a complete commentary on the extant works of Potamius Epistula ad Athanasium, De Lazaro, De martyrio Isaiae Prophetae, Epistula de substantia, Epistula Potami
http://books.google.com/books/about/The_life_and_works_of_Potamius_of_Lisbon.html?id=HlIQAQAAIAAJ

Worldcat
https://www.worldcat.org/title/life...a-de-substantia-epistula-potami/oclc/39873592

Pelayo on Potamius and Priscillian - Spanish Heterodox - p. 30 p. 33-34

A History of the Spanish Heterodox (2009)
Marcelino Menendez Pelayo
http://www.amazon.com/History-Spanish-Heterodox-Marcelino-Menendez/dp/1901157989#reader_1901157989



Opusculos desconocidos de San Jeronimo ;
This seems to pop up in 1908, again with little English explanation, not sure if there is even an English translation. It seems to be attributed to either Potamius or Jerome.

La Vetus Latina Hispana
http://books.google.com/books?id=LoCOWLs8_p8C&pg=PA262
http://books.google.com/books?id=LoCOWLs8_p8C&pg=PA522

Notice that this work has been ascribed to Jerome as well as Potamius

Altercatio ecclesiae et synagogae (1999)
. N. Hillgarth, Martino Conti
http://books.google.com/books?id=DV...a=X&ei=qoLyTrbOEOXY0QGdouTKAg&ved=0CFoQ6AEwBg
Epistula de substantia Patris et Filii et Spiritus Sancti.

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Steven Avery

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Research email 12/19/2011 - pics can be put back in

Potamius of Lisbon

Manlio Simonetti
Antonio Montes Moreira
Marco Conti
Mark Humphries
Valeriano Yarza Urkiola

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Seeing Simonetti referenced by Bevenot.
So, starting with a Simonetti snippet (found by google books, Simonetti and "tres unum" search)

La crisi ariana nel IV secolo (1975)
Manlio Simonetti
http://books.google.com/books?ei=bZ...ti+"tres+unum+"&q=+"tres+unum+"#search_anchor

Sulla possibilità che Potamio possa aver utilizzalo il comma Ioanneum nell'interpretare trinitariamente tres unum sunt
di I Io. 5.8 (ce. 3.10.19) cfr.MONTES MOREIRA. op. cit., p. 170 222 235

Google translate - "The possibility of Potamia may have used in interpreting paragraph Joanneum Trinitarian "

So who is Potemio ?

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REVIEW -
The Life and Works of Potamius of Lisbon., M. Conti (1998)
Classical Review, 55 . pp. 161-163.
Humphries, Mark (2005)
http://eprints.nuim.ie/614/
Abstract
Potamius of Lisbon is hardly one of the more celebrated churchmen of the fourth century AD. His life is shrouded in obscurity: we do not know when he was born, when he became bishop, or when he died. He emerges into the light of history in the mid-350s when, during the western residence of the 'Arian' emperor Constantius II, many bishops were called upon to adhere to the emperor''s preferred version of Christian orthodoxy" -- a version that would later be denounced as heresy after the triumph of Nicene Christology at the Council of Constantinople in 381.

He discusses Potamius' career (5-28) and writings (29-44). There are commentaries on the four works mentioned above that are attributed to Potamius by C. (45-132), as well as the fragment of a letter by Potamius quoted in Phoebadius of Agen's Contra Arianos 5.2

Thus we have to revisit Phoebadius to see whether it is the same major reference, or how related.
Horne in 1825 gave us a good summary from Nolan:

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We mentioned Stoeckhardt, and his usage of Phoebadius, especially in:

Karl George Stoeckhardt - the German section that is translated in the 1963 book by Degner
Jan 29, 2008

Georg Stoeckhardt
http://www.elfk.de/portal/LinkClick.aspx?fileticket=JeCQ/PM7Rm8=&tabid=300&mid=746
* Phoebadius, Bischot von Aginnum in Aquitanien 37, erwähnt in seiner Schrift ..Contra Ariano" (Kap. 45) ebenfalls Vater. Sohn und Heiligen Geist. Und er bemerkt dazu: ."Unus tarnen Deus omnia. quia tres unum sunt" (Gott ist doch ganz einer, weil drei eins sind). Er meint; Die drei sind ein Gott, weil es sicher ist. dass diese drei eins sind. Der Nachsatz soll den Vordersatz bestätigen.

Notice that Stoeckhardt takes this quite seriously as part of the evidence, and that Pieper says he is a defender:
referring to the three witnesses in heaven to be genuine (eg, Besser, Stoeckhardt, Sander, Mayer, and others)

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Remember .. Ordo Romanus - apparently we have to put together the Roman Creed, Phoebadius and Potamius.

An introduction to the creeds and to the Te Deum
Andrew Ewbank Burn
http://books.google.com/books?id=ONpIAAAAMAAJ&pg=PA129

Other references by Kretzmann, Meyer and others.

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Returning, this looks like a separate, corroborative reference to Phoebadius.
Showing the verse used by both sides of the debate.

Potamio of Lisbon (Lisboa) is an early Arian

The life and works of Potamius of Lisbon: a biographical and literary study with English translation and a complete commentary on the extant works of Potamius Epistula ad Athanasium, De Lazaro, De martyrio Isaiae Prophetae, Epistula de substantia, Epistula Potami (1998)
Marco Conti
http://books.google.com/books/about/The_life_and_works_of_Potamius_of_Lisbon.html?id=HlIQAQAAIAAJ

Now Morerira seems to have Potamius allegorizing .. before Augustine ! To Athanasius !

http://www.google.com/search?hl=en&...urce=og&sa=N&tab=wp&ei=uQTvToi1HaL30gGk5YHKCQ

Potamio de Lisboa: estudio, edición crítica y traducción de sus obras (2000)
Valeriano Yarza Urkiola
http://books.google.com/books?ei=vw...um+"+"tres+unum"&q=+"tres+unum"#search_anchor

p. 98 and 274 looks to be our Latin !
Brand new.

Is this the smoking gun of verse usage directly in the Arian 4th century debates ?
Where both Potamius and Phoebadius are discussing the verse, Potamius more directly ?
Pics, analysis and additional emails planned.
 

Steven Avery

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This is one of the Potamius references .. not where he mentions John as speaking.
Although the overlap with Potamius and Jerome is fascinating.

Inauguração do Viviarum - March 17, 2010
http://vivariumpatrum.blogspot.com/
12 - Potâmio de Lisboa (?-c. 360). Embora a tradição lendária se refira a nomes de bispos anteriores, e os indícios nos levem a pensar na existência de comunidades cristãs em Olisipo-Lisboa desde os finais, ou mesmo meados do século III, a verdade é que, de facto, Potâmio é, por volta de 355, o primeiro bispo conhecido de Lisboa (cf. MOREIRA - Potâmio, primeiro bispo, 59). O seu nome, que embora seja grego não impede a sua origem ibérica ou mesmo olisiponense, está associado à querela ariana que, depois do concílio de Milão (355), se alargara também ao mundo hispânico. O testemunho do De confessione verae fidei, 32 (da autoria de dois luciferianos romanos Faustino e Marcelino, redigido cerca de 383 ou 384) não deixa dúvidas: Potamius Olisiponae civitatis episcopis (CCL 69, 368). Na primeira referência que as fontes históricas fazem ao bispo olisiponense este aparece já envolvido nos importantes debates teológicos que marcaram o período pós-niceno. De facto, depois de, na primeira fase do seu episcopado, ter professado a fé de Niceia, Potâmio acabou por aderir ao arianismo, por meados do ano 355. Depois dos insucessos dos Concílios de Arles (353) e de Milão (355), nos quais o papa Libério tentara reabilitar Atanásio e resolver a controvérsia cristológica a favor de Niceia, tem inicio um período difícil para os defensores do dogma niceno. O papa Libério sofre o exílio, a Ósio de Córdova espera-o igual destino, ao recusar-se assinar a condenação de Atanásio. Entretanto, Ósio de Córdova denuncia a apostasia do bispo de Lisboa perante os bispos ibéricos. Potâmio apela então à ajuda do imperador Constâncio que relega Ósio para o exílio e confirma o arianismo de Potâmio (De confessio verae fidei, 32). Por esta altura Potâmio subscrevera uma fórmula herética (quem pro impia fidei subscriptione, Ibidem) que, provavelmente, corresponde ao credo emanado pelo sínodo de Sirmium, realizado em Agosto de 357, no qual o bispo lusitano teve um papel importante na defesa das teses arianas. S. Hilário de Poitiers confirma que o bispo olisiponense participou no referido sínodo do qual o partido anti-niceno saiu vitorioso, atribuindo mesmo ao bispo de Lisboa a redacção da fórmula de Sirmium (Liber de synodis, 3, PL 10, 487). Se todo o protagonismo que Hilário lhe atribui não pode ser confirmado pela parcimónia das restantes fontes, não restam dúvidas de que Potâmio deu, pelo menos, algum contributo para a elaboração da fórmula anomeia de Sirmium da qual é um dos subscritores e divulgadores. Por esta ocasião, o bispo lusitano escreveu alguns tratados heterodoxos, dos quais sobreviveram aos séculos apenas algumas palavras duma Epistula citada por Febádio, bispo de Agen. A passagem de Potânio ao arianismo é ainda confirmada pelo fragmento de uma Epistula Athanasii ad Potamium, referida no Liber adversus haeresim Felicis de Alcuino (794). Depois do concílio que teve lugar em Rimini (359), Potâmio parece ter regressado à fé de Niceia, como demonstra a sua Epistula ad Athanasium, e é neste reencontro com a fé ortodoxa que se insere a substância da obra escrita que Potâmio nos legou. Desta, que consta sobretudo em textos homiléticos, nem tudo sobreviveu (edição crítica de M. CONTI, em Corpus Christianorum, 69/A, 53-277). Já fizemos referência a uma das suas cartas perdidas da qual se conserva apenas um fragmento citado por Febádio, bispo de Agen, na Aquitânia, que no seu Contra Arianos transcreve um breve trecho duma Epistula Potamii (PL XX,16). Por volta do ano 359, Potâmio escreveu a Epistula ad Athanasium que chegou até nós incluída num dossier anti-ariano compilado pelo partido Luciferiano, nos finais do séc. IV (CCL 69/A, 149-163). Nesta carta o bispo de Lisboa combate a argumentação ariana que negava a legitimidade do uso do termo “substantia” na descrição da relação divina Pai-Filho, uma vez que tal termo não consta nas Escrituras. Potâmio defende a consubstancialidade e unidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo à luz do passo Joanino 14, 28 (is qui me misit maior me est), que era usado pelos arianos como argumento a seu favor (cf. fórmula Sirmiana). O Pai é “Maior” que o Filho na medida em que ordo praeponitur, non substantia separatur” (CCL 69/A, 155). O filho é “menor” apenas enquanto provém do Pai (auctor Pater, ibidem, 157), é a relação que distingue o mittens do missus. Porém, tanto o mittens como o missus participam da unidade da substância: “Sed mittens et missi, quia tres unum sunt, de unitate deitatis una substantia est” (Ibidem 157). A unidade de substância entre o Pai e o Filho é garantido pela unidade de querer e operar de ambos. A teologia exposta é claramente aderente à fé de Niceia e parece não deixar dúvidas quanto ao regresso de Potâmio à ortodoxia. Deste período ortodoxo Potâmio legou-nos tos seguintes esctritos: 1. Tractatus de Lazaro, 2. Tractatus de martyrio Isaiae Prophetae, 3. Epistula ad Athanasium; 4. Epistula de substantia Patris et Filii et Spiritus Sancti. Nesta última obra o autor atesta ter escrito um tratado De Trinitate (“Igitur, quia superiori tractatu Trinitatis excussimus lumen...”, CCL 69/A, 209) que, provavelmente, deve ser identificado com o conteúdo da segunda parte da Epistula ad Athanasium. As homilias De Lazaro assim como o De martyrio Isaiae, redigidas cerca do ano 357, reflectem um certo pessimismo antropológico típico da atmosfera espiritual que se vive na região em que o priscilianismo lançou sólidas raízes. O De Lazaro é uma homilia na qual predomina a narração centrada no episódio bíblico da morte e ressurreição de Lázaro e onde o autor intercala as descrições marcadas por um realismo que chega a ser mórbido, com algumas reflexões de tipo filosófico-antropológico. O carácter não doutrinal desta obra não facilita a tarefa de as situar na evolução doutrinal do seu autor. Quanto ao De martyrio Isaiae, apresentado tradicionalmente sob a designação de homilia, não reúne, na verdade, os elementos característicos deste género literário. Desta vez, Isaías e os seus feitos heróicos estão no centro da narração. Não constituindo uma obra volumosa, os escritos de Potâmio, que abrangem os diferentes géneros de epístolas, tratados e homilias, dizem bem do seu protagonismo doutrinal e pastoral e são para nós particularmente significativos, por se tratar dos primeiros escritos cristãos da região que corresponde ao hodierno Portugal. A morte de Potâmio deve situar-se, segundo o já referido De confessione verae Fidei (41) de Faustino e Marcelino, por volta do ano 360, quando se dirigia para a villa que o imperador Constanço lhe oferecera como prémio da sua adesão ao arianismo (Cf. CCL 69/A, 370).

 
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